Comemorações do 92.º aniversário do PCP
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
Na Madeira: Jerónimo de Sousa participa no jantar-comício
comemorativo do 92.º aniversário do PCP
No Funchal, o PCP/Madeira promove o jantar-comício comemorativo do 92.º aniversário do PCP, o qual terá lugar no próximo dia 15 de Março de 2013 (sexta-feira), no Madeira Tecnopólo(Penteada/São Roque), e que contará com a participação do Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
Nesta que é, tradicionalmente, uma das grandes iniciativas anuais promovidas pelo PCP na Região, que relembra o percurso de décadas de luta do Partido desde a sua fundação, em Março de 1921, e que reúne centenas de militantes e simpatizantes, Jerónimo de Sousa fará uma intervenção política que, para além de abordar a história do PCP, irá focar igualmente o actual momento político e social vivido no País e na Região, um momento particularmente difícil para as populações e para os trabalhadores, e que tem pautado a luta desenvolvida pelo Partido, aos mais diversos níveis, na defesa dos direitos dos Portugueses e contra o Pacto de Agressão imposto pela Troika externa (FMI/BCE/UE), assessorada pela troika colaboracionista (PSD/CDS-PP/PS).
A intervenção política de Jerónimo de Sousa está programada para ter lugar pelas 20h30.
Mudar de política para Mudar a vida das Mulheres, Retomar os valores e os direitos conquistados com
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
Mudar de política para Mudar a vida das Mulheres, Retomar os valores e os direitos conquistados com Abril
1- O PCP/Madeira na passagem do Dia Internacional da Mulher destaca a profunda degradação das condições de vida e de trabalho das mulheres, e os graves retrocessos nos seus direitos enquanto trabalhadoras, mães e cidadãs.
O que está a marcar a vida da grande maioria das mulheres trabalhadoras, em diversas regiões do país, idades, qualificações e profissões, é o desemprego, a precariedade laboral, a redução do valor dos salários, os baixos salários e as discriminações salariais.
As jovens vivem numa profunda incerteza, aprisionadas entre as dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e a instabilidade laboral a que são sujeitas. Uma realidade que põe em causa a sua autonomia económica sem a qual não há participação em igualdade, a que acresce o adiamento do momento de terem filhos. A grande maioria das jovens não tem acesso a direitos laborais e sociais conquistados pelas gerações anteriores com a Revolução de Abril. Muitas são obrigadas a emigrar na busca de uma vida melhor.
As operárias e trabalhadoras da indústria, do comércio, das áreas sociais estão sujeitas a intensos ritmos de trabalho, auferem baixos salários ou o salário mínimo nacional, empurrando-as para uma situação de pobreza.
PCP propõe “Parlamento da Mulher” na ALRAM
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
PCP propõe “Parlamento da Mulher” na ALRAM
O PCP, através da sua Representação Parlamentar na ALRAM, deu entrada ontem, quinta-feira, dia 07 de Março de 2013, junto dos serviços da ALRAM, de um Projecto de Resolução intitulado ““Parlamento da Mulher” – Uma iniciativa justa para a afirmação e aprofundamento dos direitos da Mulher na Região Autónoma da Madeira” (em anexo), visando a concretização anual de uma iniciativa, a ter lugar no Parlamento regional, por altura da comemoração do “Dia Internacional da Mulher”, como forma de contribuir para alargar a participação e a intervenção social das mulheres.
Destruição do Estaleiro de Reparação Naval de Câmara de Lobos – Danos causados pelo mau tempo às inf
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
Destruição do Estaleiro de Reparação Naval de Câmara de Lobos – Danos causados pelo mau tempo às infraestruturas eequipamentos públicos na orla marítima:
óbvios indícios de grosseira negligência
Está a verificar-se, ao longo da manhã de hoje, terça-feira, dia 05 de Março de 2013, a destruição do Estaleiro de Reparação Naval de Câmara de Lobos, assim como também das embarcações que ali estavam varadas para reparação naquela infraestrutura, para além de equipamentos e instrumentos logísticos. A ondulação marítima alterosa que se está a fazer sentir nestes dias atinge de forma acentuada aquela área junto à foz da Ribeira dos Socorridos, daqui resultando avultados prejuízos materiais, que vêm confirmar como aquele equipamento, construído com dinheiros públicos, não só apresentava debilidades funcionais como também estava, naquele local, irresponsavelmente construído.
Assim se comprova que aquele projecto, denunciado por várias vezes como sendo um autêntico “elefante branco”, nomeadamente devido à sua operacionalidade muito limitada, resultante de erros de concepção e construção (a que se associam outros problemas e limitações), não salvaguardou a obrigatória necessidade de garantir a protecção numa zona costeira particularmente exposta à ondulação.
O mau tempo que está a fustigar a Região Autónoma da Madeira nos últimos dias tem-se caracterizado por uma ondulação marítima particularmente pronunciada, o que afecta de forma bem evidente a orla costeira das ilhas deste arquipélago, e que está a causar danos significativos em algumas infraestruturas localizadas na costa, como é o caso do Estaleiro de Reparação Naval de Câmara de Lobos.
Localizada à direita da foz da Ribeira dos Socorridos, esta unidade de reparação naval, inaugurada em Setembro de 2004, e vocacionada para trabalhos em embarcações de recreio e de pesca artesanal, é o resultado da deslocalização do estaleiro que estava anteriormente implantado em pleno cais de Câmara de Lobos.
O PCP/Madeira através da sua Representação Parlamentar, irá requerer, com carácter de urgência, a presença do Governo Regional na Assembleia Legislativa da RAM para abordar a questão das infraestruturas e equipamentos públicos construídos junto à orla marítima e em cujos projectos não foram tidos em conta os necessários factores de protecção e segurança, e que resultaram em obscenos esbanjamentos de dinheiros públicos.
NOTA DE IMPRENSA
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
-
Isenções no regime de IVA para a Agricultura: PCP propõe alteração ao Código do IVA
Dando seguimento aos compromissos assumidos juntos dos produtores agrícolas da Região, os quais têm sido confrontados com a imposição de se tornarem empresários em nome individual devido às alterações aos procedimentos e normas fiscais (vd.: Comunicado de Imprensa do PCP/Madeira de 25/02/2013) ditadas pelo “Memorando de Entendimento” estabelecido pela Troika externa (FMI/BCE/UE) e pela troika colaboracionista (PSD/CDS-PP/PS), imposição e alterações essas que, devido a todo um conjunto de procedimentos e formalidades, trará custos aos visados, muitos deles já a braços com manifestas dificuldades relacionadas com a sua actividade e com a aguda crise económica e financeira que actualmente se faz sentir na RAM, o PCP/M, através da sua Representação Parlamentar na ALRAM, deu entrada, já no passado dia 28/02/2013, de um Projecto de Proposta de Lei à Assembleia da República, visando a necessária alteração do Decreto-Lei n.º 394-B/84, de 26 de Dezembro (Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado), com vista a garantir a isenção do regime de IVA para as actividades agrícolas, nomeadamente para a designada “agricultura familiar”
NOTA DE IMPRENSA
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
Ainda os impactos da catástrofe de 20 de Fevereiro de 2010, passados que são 3 anos: eurodeputados do PCP interpelam a Comissão Europeia
Os deputados do PCP ao Parlamento Europeu João Ferreira e Inês Zuber colocaram à Comissão Europeia três perguntas (documentos em anexo), que resultam directamente das acções desenvolvidas no âmbito das jornadas de trabalho realizadas na Madeira na passada sexta-feira, dia 22 de Fevereiro de 2013, subordinadas ao tema "3 anos depois, quais os impactos e as necessidades decorrentes da catástrofe de 20 de Fevereiro de 2010?", questões essas que incidem principalmente sobre a disponibilização de verbas provenientes do Fundo de Coesão e de financiamentos do BEI para a reconstrução e recuperação de localidades e apoio às populações afectadas, as questões da prevenção estrutural de futuras catástrofes e a definição de planos de emergência e cartas de risco, especialmente de âmbito municipal, e a reconstrução e recuperação de habitações destruídas e/ou danificadas pela catástrofe de Fevereiro de 2010.
COMUNICADO DE IMPRENSA
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
Iniciativas da CDU aprovadas na Assembleia Municipal do Funchal
Os eleitos da CDU na Assembleia Municipal do Funchal viram aprovadas três iniciativas da sua autoria na sessão da Assembleia Municipal do Funchal de hoje, quinta-feira, dia 28 de Fevereiro de 2013, duas delas por unanimidade.
A moção “Sobre a proposta de alteração da Lei das Finanças Locais” e a proposta de resolução intitulada “Medidas compensatórias para o Comércio no centro do Funchal” mereceram, por parte da Assembleia Municipal, a unanimidade na sua aprovação, o que denota a inegável importância das temáticas em discussão para o concelho do Funchal, para as suas populações e para o seu tecido económico e empresarial. De referir que na sessão da Vereação da Câmara Municipal do Funchal que teve lugar durante a manhã de hoje, esta segunda iniciativa, apresentada pelo Vereador da CDU, já havia sido aprovada, igualmente por unanimidade.
A terceira iniciativa, a proposta de recomendação “Homenagem a Maria Lamas (1893/1983): atribuição do nome da escritora a uma rua ou praça do Funchal”, foi igualmente aprovada, mas por maioria, registando-se apenas uma única abstenção (por parte de um eleito do PSD), sendo de destacar, através deste resultado, o reconhecimento e a valorização da figura de Maria Lamas, reputada escritora, dinamizadora cultural e activista política, com especial destaque na luta contra a ditadura fascista, pela Democracia e pelos direitos e emancipação da Mulher.
CDU contacta com agricultores do Paul do Mar
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
A CDU esteve ao longo do dia a contactar com a população da freguesia do Paul do Mar.
Uma das preocupações dos populares é o facto de, entrar já no próximo dia 1 de Abril, a nova lei que exige a todos os agricultores diversas obrigações fiscais referentes à contabilidade agrícola e que, extinguem algumas isenções fiscais que anteriormente estavam consagradas aos agricultores.
Como se já não bastassem todas as injustas e gravosas penalizações que estão a ser impostas à Região e às suas populações, agora até aos agricultores as troikas querem mandar! E o Governo Regional encolhe os ombros, como se nada tivesse que ver com o assunto.
A partir de dia 1 de Abril toda a actividade agrícola passará a ser uma operação sujeita ao IVA, o que torna obrigatória a comunicação à Autoridade Tributária dos elementos das facturas emitidas por parte dos produtores agrícolas, pelo que estes deverão dirigir-se aos serviços das Finanças para proceder à sua inscrição como empresários em nome individual, uma obrigação que, devido a todo um conjunto de procedimentos e formalidades, trará custos aos visados, muitos deles já a braços com manifestas dificuldades relacionadas com esta cultura agrícola e com a aguda crise económica e financeira que actualmente se faz sentir na Região.
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
Combater a crise e a austeridade na Região Autónoma da Madeira:
11 medidas imediatas contra a exploração e o empobrecimento
Os desastrosos resultados de quase dois anos depois do “Pacto de Agressão” assinado entre a Troika ocupante (FMI/BCE/UE) e a troika colaboracionista (PS/PSD/CDS-PP), e um ano de aplicação à Região Autónoma da Madeira do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, acordado entre o Governo da República e o Governo Regional, à revelia da Assembleia Legislativa da Região e das populações, já demonstraram, de forma bem evidente e dolorosa que este é um caminho que só serve o grande capital e os interesses de potências estrangeiras.
Cada nova medida é um passo mais na exploração e no afundamento, levando:
- A um nível insuportável de desemprego;
- Ao empobrecimento geral das populações e dos trabalhadores;
- A uma espiral de falências e destruição de postos de trabalho e, por consequência, do tecido produtivo;
- A uma Região cada vez mais endividada;
- A uma recessão sem fim à vista.
É este o círculo vicioso em que nos enredaram: mais austeridade, mais recessão, mais défice, mais austeridade. Há que acabar com estas políticas antes que elas acabem com a Região!
O chamado relatório do Fundo Monetário Internacional aí está para o provar. Combinado entre Governo e a Troika externa, o que se prepara é um novo e brutal ataque aos rendimentos dos trabalhadores, a destruição de direitos sociais essenciais à vida do Povo, um colossal saque aos recursos e riquezas nacionais e regionais. Um passo inseparável do Pacto de Agressão que, no plano nacional, PSD, CDS-PP e PS subscreveram há já quase dois anos, e, na RAM, um ano depois do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, e que pretende acrescentar ainda mais exploração, retrocesso e pobreza.
Urge pôr fim ao rumo de desastre para o qual estão a empurrar a Região e as suas populações. A urgência de uma ruptura com esta política, de uma mudança na vida política do País e da Região que abra caminho à construção de uma política alternativa, constitui um imperativo, uma condição para assegurar justiça social, desenvolvimento e progresso.
Num quadro mais geral, há uma política alternativa que passa pelas seguintes direcções políticas:
- Rejeitar o Pacto de Agressão, com a imediata renegociação da dívida de acordo com os interesses nacionais e regionais;
- Investir na promoção e desenvolvimento da produção e riqueza nacionais e regionais com criação de emprego, a valorização do trabalho e dos trabalhadores e dos seus direitos e a garantia de uma justa distribuição da riqueza criada;
- Adoptar uma alteração radical das políticas financeiras e fiscal, rompendo com o escandaloso favorecimento do grande capital económico e financeiro;
- Garantir que a Administração e serviços públicos ao serviço do País e da Região sejam capazes de garantir o direito à saúde, à educação, à protecção social;
- Pôr fim às privatizações, assegurando o controlo público das empresas e sectores estratégicos vitais para o País e para a RAM;
- Assegurar a libertação do País das imposições supranacionais, contrárias ao interesse do desenvolvimento nacional e regional.
No entanto, no plano autonómico, articulando com o objectivo essencial da derrota do Pacto de Agressão, está ao alcance da RAM concretizar um conjunto de medidas imediatas indispensáveis à sobrevivência económica de milhares de famílias e empresas da Região, medidas essas que passamos a enumerar:
1- Revalorização dos salários, incluindo a reposição e o aumento do subsídio de insularidade e a reposição efectiva dos cortes salariais e dos subsídios de férias e de Natal na Administração Pública.
2- Valorização das pensões de reforma através de um complemento regional extraordinário, no mínimo de 25 euros, com particular incidência nas de mais baixo valor;
3- Compensação adicional de 5% do subsídio de desemprego;
4- Aplicação do complemento regional do abono de família retirado às crianças pelas alterações nos últimos anos;
5- Congelamento do preço dos transportes e anulação dos aumentos já verificados em 2012 e 2013;
6- Imposição de preços regulados dos combustíveis, visando preços compatíveis com as necessidades das famílias e da economia regional;
7- Estabelecimento de um preço máximo para 2013 num conjunto de bens essenciais básicos alimentares e de higiene;
8- Congelamento dos preços e anulação dos aumentos processados em 2013 de serviços essenciais, incluindo designadamente a electricidade, o gás e as telecomunicações básicas;
9- Anulação do aumento anual das rendas sociais;
10- Anulação da imposição das taxas moderadoras nos serviços de saúde;
11- Reforço da acção social escolar que garanta aos estudantes a frequência e sucesso escolares.
Lei das Finanças Regionais: linhas de intervenção
- Detalhes
- Categoria: Iniciativas Políticas
Lei das Finanças Regionais: linhas de intervenção
1- Iniciativa
Na Assembleia da República foi aprovada uma nossa proposta, aceite por unanimidade, para que, na análise na especialidade da revisão da Lei das Finanças Regionais, o Parlamento regional seja directa e presencialmente ouvido em Lisboa. Assim, para além dos governos regionais, os parlamentos da Madeira e dos Açores poderão dizer na AR dos fundamentos do protesto quanto à proposta aprovada no plenário da Assembleia da República, assim como também poderá ser uma oportunidade para sensibilizar cada um dos grupos parlamentares com assento na AR para alguns dos argumentos em defesa da Região e da Autonomia, com fundamento constitucional e estatutário.
Assim, consideramos que esta será uma oportunidade crucial para a apresentação de propostas da Madeira em defesa desta Região e das suas populações, mas será, sobretudo, uma ocasião de especial importância para que cada grupo parlamentar na AR seja ganho para a efectivação de compromissos concretos nas alterações que se exigem em favor da Autonomia, no quadro da revisão da Lei das Finanças Regionais.
Por isso, defendemos que é indispensável garantir que a Região se faça representar através da mais ampla deputação, através de uma delegação plural e capaz da mais reconhecida legitimidade e capacidade de diálogo com cada uma das partes na Assembleia da República.