Urgente debate sobre Habitação no concelho do Funchal
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Os eleitos da CDU na Assembleia Municipal do Funchal requereram, com carácter de urgência, a realização de um debate sobre os graves problemas habitacionais que se fazem sentir no concelho do Funchal.
Num quadro em que aumentam os factores sociais de agravamento da crise habitacional naquele que é o concelho mais populoso da Região, torna-se indispensável definir novas políticas sócio-habitacionais e disponibilizar os necessários meios financeiros para fazer face à situação crítica que está criada.
A ausência de uma política estruturante para o sector da Habitação no concelho do Funchal evidencia-se, desde logo, pela ausência dos indispensáveis instrumentos de planificação e orientação estratégica. Sucederam-se apenas medidas insuficientes, avulsas e dispersas relacionadas com as áreas da Habitação.
A Câmara Municipal do Funchal nunca definiu uma estratégia política coerente e consequente para a promoção da habitação social. Multiplicaram-se as experimentações, foram executadas medidas desconexas e, por vezes, até contraditórias quanto aos modelos adoptados quanto à promoção, construção e gestão da habitação económica. A Câmara Municipal do Funchal nunca elaborou um “Plano Municipal de Habitação”. E a indefinição das políticas para a habitação só contribuiu para o acentuar da injustiça social.
O concelho do Funchal precisa urgentemente de um Plano Municipal de Habitação, ferramente essencial cuja implementação permitirá criar as condições mais favoráveis à mobilização de vontades e recursos, um conjunto de estratégias e de racionalização de meios e de instrumentos, para as mudanças que urge realizar neste importante sector, e que deverá assegurar a inventariação e qualificação das carências, a fixação de metas, objectivos e prioridades para a resolução do défice habitacional, a definição dos sistemas de financiamento, de acesso e gestão dos empreendimentos, as fontes e formas de mobilização dos recursos logísticos, fundiários e técnico-administrativos e uma clara definição do papel e do quadro de actuação dos três sectores de promoção: público, privado e cooperativo.
Deste modo, para atender às justas demandas das populações socialmente mais carenciadas, para que se garanta no concelho do Funchal o efectivo direito fundamental à habitação condigna, para o solucionar de mazelas urbanísticas e para progredirmos em ordem à coesão económica e social, importa exigir que a Câmara Municipal do Funchal assuma inequivocamente as responsabilidades que lhe competem no domínio da habitação.
É face a este contexto político e social que os eleitos da CDU na Assembleia Municipal do Funchal consideram inadiável o debate para a definição de uma nova estratégia política para a área habitacional.
A CDU aguardará pelo pronto agendamento da sessão extraordinária já requerida para tão importante e actual debate sectorial.
Reabertura do Mercado de Machico
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A CDU defende a reabertura do mercado municipal de Machico, exigindo que a nova vereação socialista passe das palavras aos actos nesta matéria.Os produtores locais não têm um espaço em condições para vender os seus produtos, enquanto o antigo mercado municipal “está em completo abandono” ou indevidamente ocupado. É inadmissível, que os agricultores se encontrem na rua, debaixo de vento e chuva.
São inúmeras as vantagens com a reabertura do mercado:
1- Fixa os produtores locais num espaço com condições;
2- Permite escoar os seus produtos;
3- Beneficiará a economia local;
4- É importante na vivência do concelho e preservação de costumes locais;
Ou seja, uma mais-valia económica, social, cultural e obviamente, turística.
CDU no Lombo da Quinta
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A CDU tem vindo a defender o que designamos como “inversão orçamental” que significa priorizar cerca de 70% do investimento camarário do Funchal para as zonas altas, os bairros sociais e as zonas da cidade com habitação mais degradada. Esta “inversão orçamental” permitiria concretizar um conjunto de pequenas intervenções locais ao nível da melhoria de acessibilidades, do saneamento básico, da recuperação de muros de proteção, de habitação, que poderia ser conjugada com o envolvimento das pequenas empresas locais numa perspectiva de criação de emprego e dinamização da economia local.
Como exemplo concreto escolhemos o Lombo da Quinta, na freguesia de São Gonçalo, onde todas as questões relacionadas com as más acessibilidades, a insuficiência da rede de saneamento básico, a distância em relação aos transportes públicos e a insegurança motivada, ainda, pelos prejuízos do temporal do 20 de Fevereiro.
Neste período de preparação do Orçamento da CMF para 2014, esta questão assume particular importância e constituirá uma das principais reivindicações que a CDU irá defender e espera estejam contempladas no próximo plano de investimentos funchalense.
Injustiça fiscal desencadeada pelo Governo Regional
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Seguindo a mais elementar lógica, o cidadão não notificado em 2012 sobre a reavaliação do seu prédio, só deveria pagar a taxa antiga. A Autoridade Tributária deveria e deve ter em conta o valor tributário inscrito na caderneta predial de Dezembro de 2012.
Contudo, constata-se que muitos cidadãos estão a ser notificados para pagar acréscimos de IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis, de grande monta, em Novembro de 2013 na base de que a sua habitação fora avaliada em 2013 e que, portanto, o valor tributário aumentou.
Centenário do nascimento de Álvaro Cunhal: edição especial do jornal Avante!
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Por ocasião do 100.º aniversário do nascimento de Álvaro Cunhal (10/11/1913), o jornal Avante!, órgão central do Partido Comunista Português celebrará a data com uma edição especial, a qual estará nas bancas amanhã, quinta-feira, 07 de Novembro de 2013 (podendo igualmente ser adquirido no Centro de Trabalho do Funchal do PCP, à Rua da Carreira, n.º 139), contendo um suplemento dedicado à vida, pensamento e luta de Álvaro Cunhal, um dos mais destacados dirigentes do PCP e figura maior da cena política nacional e internacional do século XX.
Com esta edição será igualmente distribuído um poster comemorativo do centenário de Álvaro Cunhal, que o PCP tem vindo a evocar ao longo do corrente ano com um vasto conjunto de iniciativas, promovidas um pouco por todo o País, e que têm merecido um grande interesse e adesão por parte das populações, sob o lema “Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta na actualidade e no futuro”, e que relembram o homem, o político e o autor, iniciativas essas que terão o seu ponto alto no próximo domingo, dia 10 de Novembro de 2013, aniversário do seu nascimento, com um grande comício no Campo Pequeno, em Lisboa.
Campanha Basta de roubos e de mentiras
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A CDU esteve hoje no Largo do Phelps a dar seguimento à Campanha nacional “Basta de roubos e de mentiras”, que visa denunciar e contestar as políticas e as medidas expressas na proposta de Orçamento do Estado para 2014.
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O IMI para o concelho do Funchal em 2014: é possível reduzir muito mais!
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A CDU propôs duas medidas concretas para a maior redução do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis no concelho do Funchal:
- Reduzir as taxas do IMI para 0,60% e 0,30%:
Na sequência da última reunião da Vereação da Câmara Municipal do Funchal, que teve lugar ontem, quinta-feira, dia 31 de Outubro de 2013, constavam da Ordem de Trabalhos (em anexo), entre outras, as propostas para redução do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis, com a apresentação, pelo executivo camarário, da proposta das taxas de IMI para 2014 (mantendo-as em 0,70%, para os prédios urbanos, e passando de 0,35% para 0,34% para os prédios urbanos avaliados nos termos do CIMI), estando também em discussão as propostas apresentadas pela CDU sobre esta mesma temática, propostas essas que preconizavam a fixação das taxas do IMI em 0,60% para os prédios urbanos e de 0,30% para os prédios urbanos contemplados na alínea c) do n.º 1 do artigo 112.º do CIMI (em anexo).
CDU leva Populações à Reunião Pública da Câmara do Funchal
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Propostas sobre o IMI em Santa Cruz
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A CDU apresentou no centro de Santa Cruz três propostas em relação ao IMI no Município de Santa Cruz.
1- Baixar em 10% o valor do coeficiente de localização em todo o Concelho de Santa Cruz de modo a que o valor tributário dos prédios seja 85% do valor comercial dos mesmos conforme legislação nacional;
2- Urgente correcção e equilíbrio dos CLs (Coeficientes de Localização), que é uma tarefa das Câmara Municipais e que deve ser alterado de 3 em 3 anos. É muito grave que por exemplo em zonas de vivendas com piscina (Garajau), se pague menos de IMI que nas Eiras, no Centro do Caniço ou na Camacha;
3- Pôr em prática a proposta da CDU, apresentada na Assembleia Municipal no mandato anterior, de criação de uma Comissão Mista – Fisco/Câmara, de modo a evitar os problemas graves da má reavaliação dos prédios em curso. O JPP votou a favor desta proposta no passado, por isso exige-se agora o seu cumprimento.
CDU solidária com a greve nos CTT
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Dada a importância desta empresa pública, e face aos graves ataques que contra ela estão a ser perpetrados, e que terão especial incidência negativa não só para a qualidade dos serviços prestados e para os direitos e garantias dos trabalhadores, mas também para os seus milhões de utentes, a greve de amanhã demonstra que os trabalhadores estão profundamente descontentes com o rumo que o Governo Central pretende dar aos CTT e que manifestam a sua total oposição com a anunciada privatização, um verdadeiro crime (mais um) contra os interesses do País, e a consequente destruição do serviço público postal.
Desde o primeiro momento que a CDU sempre se opôs ao processo de privatização dos CTT, uma empresa pública rentável e essencial à economia e ao progresso local, regional e nacional, bem como ao bem-estar das populações, alertando para todo um conjunto de situações lesivas que daí resultariam. Na Região Autónoma da Madeira, à semelhança do que se verificou em várias zonas do resto do País, já tivemos uma antevisão do que acontecerá assim que se concretize a anunciada privatização, com o encerramento de algumas estações e postos dos CTT, daqui resultando prejuízos para os trabalhadores e óbvias penalizações para as populações servidas por essas infraestruturas entretanto desactivadas, situações que a CDU/M prontamente denunciou e que mereceram a nossa mais veemente oposição, não só a nível institucional, na ALRAM e nos órgãos de Poder Local onde estamos representados, mas igualmente no terreno.
Face às criminosas intenções do Governo Central PSD/CDS-PP, aliado à Administração dos CTT, e que contam, na Madeira, com a passividade e cumplicidade do Governo Regional, a CDU/M reafirma o seu total apoio e solidariedade à luta dos trabalhadores dos diversos sectores dos CTT – Correios de Portugal, SA, e não desistirá da luta pela garantia de um serviço postal público, de qualidade e ao serviço do País e das populações.